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19/06/2017

Um pastor protestante, sua família e alguns seguidores se convertem ao catolicismo

O ‘National Catholic Register’ narrou a história do pastor Joshua Mangels, que sentiu em seu coração o desejo de pertencer à Igreja Católica, renunciou ao seu cargo na igreja em setembro de 2016 e, um mês depois, entrou no catecumenato em uma paróquia católica bizantina da cidade de Tucson, acompanhado de sua família e vários de seus seguidores. O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal o encantasse, em um momento começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”. Em seguida, ao regressar para casa depois de uma conferência de pastores decepcionante, começou a escutar um apostolado católico que um amigo lhe tinha indicado. A pregação era sobre os pecados mortais, disse Mangels, e, embora não soubesse que o orador era católico, ficou impressionado. “Era como um gole de água fresca. Escutei isso durante duas horas e meio enquanto voltava para casa e, quando cheguei, minha esposa me perguntou que tinha sido a conferência e lhe disse: ‘foi terrível, mas tem que ouvir isso’”, recordou. Entre as coisas que escutou do pregador católico, havia informação sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não havia escutado antes. Tempos depois, Mangels começou a olhar para outros pastores da Assembleia de Deus que tinham ingressado na Igreja Católica e explorado os ensinamentos cristãos dos primeiros séculos. “Quando li os Padres da Igreja, foi então que os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber o Senhor”, expressou. Junto com sua esposa Teresa, começaram a ler constantemente sobre o catolicismo, até que se deram conta de que se seguissem nesse caminho, “era iminente” que perderiam o trabalho e a casa. “Mas, acabamos falando noites após noites sobre os Padres, os sacramentos, a Igreja primitiva e tudo mais”, disse Mangels. Em julho de 2016, começou a ensinar a sua congregação sobre a Igreja primitiva, passando por São Policarpo, São Justino Mártir, a Didaqué e outras partes do cristianismo primitivo. Para vários jovens da congregação, essas lições permitiu que discernissem a se unir à Igreja Católica. “Adorava pastorear, adorava as pregações. Eu estava pregando reuniões de campo e avivamentos, mas eu era católico no meu coração”, assegurou Mangels. Em setembro, disse a sua congregação que renunciaria como pastor e entraria no catecumenato da Igreja Católica com sua família. Embora a família Mangels tivesse decidido se converter ao catolicismo, não havia decido por onde começar. Entretanto, o organizador de um evento pró-vida do qual participaram sugeriu que falassem com o Pe. Bob Rankin, pároco da Igreja Católica Bizantina de Santa Melânia. “Tentava lhe ensinar como se converter em católico, mas o primeiro sacerdote que conhece não pertence ao rito romano. Utilizei pacotes de açúcar sobre a mesa para explicar a teologia dogmática e a eclesiologia”, disse o sacerdote ao Register. Pe. Rankin explicou que, apesar das diferenças superficiais entre um estilo de culto pentecostal e a Divina Liturgia, “eles chegaram à igreja correta pelo tipo de espiritualidade que tinham”. “Vêm desse fundo pentecostal, assim têm essa experiência de conversão e de dar suas vidas a Cristo. Eles queriam uma liturgia demonstrativa e a liturgia oriental é enérgica, de adoração: é chamado a experimentar Deus, é destinado a romper em lágrimas”, acrescentou. Por sua parte, Teresa Mangels assegurou ter tido uma experiência similar e se sentir empolgada e feliz porque Cristo lhes “deu seu verdadeiro Corpo e Sangue”. Finalmente, Pe. Rankin assegurou que os novos catecúmenos trouxeram “um admirável zelo apostólico” à Igreja.
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23/06/2017
A paz no Sudão do Sul, uma prioridade para o Papa Francisco
O Papa Francisco está envolvido na resolução do conflito no Sudão do Sul, país africano que sofre uma cruel guerra civil desde 2013, e no desenvolvimento e bem-estar dos seus cidadãos, através do projeto “O Papa pelo Sudão do Sul”. Em uma coletiva de imprensa no Vaticano, o Prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson, explicou como é este projeto.

22/06/2017
Seria amarrado e queimado “como uma cabra”, mas este padre sobreviveu graças à oração
O sacerdote jesuíta Samuel Okwuidegbe compartilhou a história cruel de quando foi sequestrado pelos extremistas nigerianos, que o agrediram, torturaram e ameaçaram de queimá-lo "amarrado como uma cabra", mas ele sobreviveu graças à oração. O relato foi compartilhado pelo sacerdote na página dos superiores jesuítas da África e de Madagascar, o sacerdote recordou como foram os dias do seu sequestro há dois meses.

21/06/2017
"Que eu possa seguir o exemplo de Pe. Lorenzo Milani"
O Papa Francisco chegou à cidade de Barbiana, na província e Arquidiocese de Florença, na manhã de terça-feira (20/06), proveniente de Bozzolo, e foi diretamente ao cemitério local para uma oração, reservada, junto ao túmulo do Padre Lorenzo Milani, que viveu no século XX. Em seguida, no jardim adjacente à igreja local, o Papa fez um discurso a um grupo de discípulos do Padre Milani, sacerdotes e alguns jovens hóspedes das residências de acolhimento familiar.

20/06/2017
Bispos portugueses: Pedimos a Deus pelas vítimas dos incêndios
Os bispos portugueses manifestaram as suas orações pelas vítimas do incêndio que já deixou 62 mortos no país e vários feridos e desabrigados, bem como dando força a tantas pessoas que estão trabalhando para combater o fogo e ajudar os atingidos. Em sua primeira mensagem na conta de Twitter, o Bispo de Avieiro, Dom António Moiteiro, expressou que “o silêncio é a linguagem que assolou o nosso país. Pedimos a Deus a força necessária para todas as vítimas dos incêndios”.

18/06/2017
Incêndio em Portugal: proximidade do Papa às vítimas
Nas saudações após a oração do Angelus neste domingo, além de saudar peregrinos de Umuarama e Toledo, do Paraná, o Papa Francisco exprimiu a sua proximidade ao povo português por causa de um devastador incêndio, pedindo um momento de oração. “Exprimo a minha proximidade ao querido povo português pelo incêndio devastador que está atingindo os bosques ao redor de Pedrógão Grande, causando numerosas vítimas e feridos. Rezemos em silêncio”.


 

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